home > noticias >

FLEXIBILIZAÇÃO

Eventos com até 50 pessoas voltam a ser permitidos pelo Governo do Estado


Por: CliC101 | Informações: BN ; Foto: Fernando Vivas - GOVBA
Publicado em 13/04/2021 09:30

Publicidade

Em Decreto publicado nesta terça-feira no Diário Oficial do Estado, o governador baiano Rui Costa voltou a permitir a realização de eventos com até 50 pessoas na Bahia, que estavam suspensos desde 4 de dezembro com qualquer número de pessoas, para evitar aglomerações e conter a contaminação pelo novo coronavírus.

 

Ao fixar o limite máximo de 50 pessoas, a norma diz que ficam vedados "os eventos e atividades com a presença de público superior a 50 (cinquenta) pessoas, ainda que previamente autorizados, que envolvam aglomeração de pessoas, tais como: eventos desportivos, religiosos, cerimônias de casamento, feiras, circos, eventos científicos, solenidades de formatura, passeatas e afins, bem como aulas em academias de dança e ginástica."

 

A medida vem na esteira de uma série de flexibilizações que o governo estadual e prefeituras vêm fazendo nas medidas restritivas de combate à Covid-19. Em Salvador e Região Metropolitana, por exemplo, atividades econômicas não essenciais como comércio de rua, shoppings e centros comerciais e bares e restaurantes estão com funcionamento liberado deste o último dia 5, com anuência do estado.

 

As liberações, no entanto, acontecem em um momento de quantidade de casos e óbitos ainda alta na Bahia. Nesta manhã, a ocupação de leitos de UTI adulto está em 84% no estado - o governo argumenta ter aberto uma quantidade maior de UTIs do que o existente na primeira onda, o que dá maior segurança para flexibilizações.

 

Entre domingo e segunda (12), a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) registrou 1.581 novas contaminações pelo novo coronavírus e 95 novos óbitos. O número de internados com casos graves da Covid-19 voltou a crescer na Bahia e atingiu um novo recorde: são 1.316 pacientes com a doença ocupando leitos de terapia intensiva no estado, o maior número de toda a pandemia.

 







Comentários do público:

Publicidade
0