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POLÍTICA

Presidente Dilma vem a Salvador na sexta lançar o Plano Safra do Semiárido


Por: Fernando Duarte
Publicado em 17/06/2013 09:07

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Cumprindo a peregrinação pelos estados atingidos pela seca, a presidente Dilma Rousseff desembarca em Salvador na próxima sexta-feira (21) para fazer o lançamento do Plano Safra do Semiárido.

A expectativa é que a presidente, junto com o ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, faça a entrega de retroescavadeiras e motoniveladoras para 269 municípios baianos, utilizados para a realização de obras que visam melhorar a convivência com a seca, como a construção e limpeza de aguadas e barragens, implantação de estradas vicinais, entre outras ações estruturantes locais.

De acordo com o senador Walter Pinheiro (PT-BA), que acompanha as ações do ministério desde a época em que era secretário de Planejamento, durante a primeira administração do governador Jaques Wagner, o plano a ser apresentado por Dilma contempla exclusivamente o nordeste e a região de Minas Gerais atingida pelo flagelo da seca.

“Historicamente, tenho trabalhando com o Ministério do Desenvolvimento Agrário para produzir ações que permitam ao agricultor familiar se preparar com um conjunto de ferramentas para conviver com a seca”, aponta Pinheiro.

Segundo o petista, o plano inclui a garantia da segurança hídrica no semiárido, a recomposição de rebanhos e a formação de reservas de alimentos e forragens. “A presidente está muito sensível à situação daqueles produtores que perderam seus rebanhos e sua produção no campo. Inclusive o governo enviou para o Congresso Nacional uma MP [Medida Provisória] destinada ao atendimento de populações atingidas pela estiagem no semiárido, que amplia o benefício Garantia Safra e o Auxílio Emergencial Financeiro, a MP 610”, destaca o parlamentar – a proposta pretende impedir a execução de dívidas contraídas por agricultores que enfrentam a seca.

“Esse ato deve ser, além da entrega das máquinas, um balanço das ações do governo federal para a região do semiárido”, avalia Pinheiro.

Na avaliação dele, essa política de convivência com a seca é também importante para ultrapassar a crise econômica mundial, contextualizando que as famílias atingidas podem se tornar dependentes de programas de assistência, caso não sejam empenhados esforços para minimizar a situação.  








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