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HOMENAGEM

Durante pompa fúnebre, Loja Maçônica Fraternidade 5 de Novembro e Irmãos Maçons de toda a região prestam homenagem ao saudoso Irmão Arenilton Barreto Sampaio

"E que nós, que aqui permanecemos, saibamos honrar sua memória não apenas com palavras, mas com atitudes; não apenas com homenagens, mas com fidelidade aos princípios que ele viveu e defendeu"
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Por: Assessoria LMF5Novembro | Pub.: 16/03/2026 12:41 | Atual.:16/03/2026 12:48
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Confira homenagem prestada ao saudoso Irmão Arenilton Barreto Sampaio, conduzida pelo Irmão Alex Ornelas, em nome da Loja Maçônica Fraternidade 5 de Novembro e dos Irmãos das Lojas Maçônicas da região, durante pompa fúnebre realizada no Salão de Eventos da Loja Maçônica Fraternidade 5 de Novembro, na manhã desta segunda-feira dia 16 de março, em Eunápolis.

 

“Respeitável Assembléia,

Queridos Irmãos, familiares, amigos e todos os presentes.

 

Reunimo-nos hoje sob o peso da dor, mas também sob a luz da gratidão.

Há momentos em que as palavras parecem pequenas diante da grandeza de uma vida.

E este é um desses momentos.

Falar do Irmão Arenilton não é apenas recordar um homem. É lembrar uma trajetória que se confunde com a própria história da Maçonaria em nossa região. É reverenciar um obreiro cuja existência foi marcada pelo trabalho firme, pela lealdade aos princípios da Ordem, pelo compromisso com os Irmãos e pela capacidade rara de inspirar gerações.

O Irmão Arenilton não foi apenas participante da caminhada maçônica. Ele foi construtor. Foi daqueles homens que não se contentam em admirar o templo de longe: ajudam a erguê-lo, sustentá-lo para que outros também encontrem abrigo, direção e luz.

Fundador de Lojas, incentivador de grandes obras, presença ativa nos mais importantes feitos maçônicos do Extremo Sul da Bahia, e reconhecido com respeito em muitos rincões do Brasil, ele fez de sua vida uma verdadeira oficina de exemplos. Onde havia incerteza, ofereceu direção. Onde havia fragilidade, ofereceu firmeza. Onde muitos viam apenas dificuldades, ele enxergava missão.

Seu nome tornou-se referência não apenas pelo que realizou, mas pela forma como realizou: com discrição, com seriedade, com espírito fraterno e com aquela autoridade que não nasce da imposição, mas da coerência de uma vida inteira.

Há homens que ocupam cargos. Há homens que acumulam títulos. Mas há aqueles, mais raros, que deixam marcas permanentes na alma de uma instituição. O Irmão Arenilton pertence a esta última categoria. Seu legado não está apenas nos registros, nas atas, nas Lojas fundadas ou nos cargos que exerceu. Seu verdadeiro legado vive na memória dos Irmãos que com ele aprenderam, nos valores que ajudou a consolidar e na semente que plantou em cada coração tocado por sua presença.

Na senda maçônica, aprendemos que a vida é trabalho, aperfeiçoamento e construção. E o nosso querido Irmão compreendeu isso como poucos. Trabalhou sua pedra com disciplina. Serviu com humildade. Liderou com firmeza. E honrou, em cada passo, os augustos princípios da Liberdade, da Igualdade e da Fraternidade.

Hoje, ao evocamos sua memória, não nos despedimos apenas de um homem respeitado. Despedimo-nos de um Irmão cuja existência dignificou a Ordem, fortaleceu a Maçonaria regional e projetou seu nome como símbolo de retidão, compromisso e grandeza moral.

A dor da partida é inevitável. Ela visita o coração dos familiares, dos amigos e de todos os Irmãos que tiveram o privilégio de compartilhar com ele parte da jornada. Mas, acima da tristeza, deve permanecer a certeza de que uma vida como a sua não se apaga. Uma vida como a sua permanece. Permanece nas obras. Permanece nos ensinamentos. Permanece no exemplo. Permanece no templo invisível da memória e da gratidão.

Se hoje os olhos se enchem de lágrimas, que o coração também se encha de reverência. Porque poucos recebem da história o privilégio de serem lembrados não apenas pelo que fizeram, mas pelo bem que representaram.

Que o Supremo Arquiteto do Universo acolha este obreiro valoroso em Seu infinito Oriente.

Que ali, onde cessam as dores da matéria e permanece a luz do espírito, ele encontre a paz reservada aos justos, aos dignos e aos que cumpriram com honra a sua missão.

E que nós, que aqui permanecemos, saibamos honrar sua memória não apenas com palavras, mas com atitudes; não apenas com homenagens, mas com fidelidade aos princípios que ele viveu e defendeu.

Ao Irmão Arenilton, nossa reverência.

Ao seu nome, nossa gratidão.

À sua memória, nosso respeito eterno.

Que descanse na paz do Oriente Eterno.


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