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CULTURA

Athylla Borborema recebe título “Doutor Honoris Causa” e vence o “Gonçalves Dias de Literatura” pelo livro “A menina do céu cor-de-rosa”


Por: CliC101 | Reprodução Teixeira News
Publicado em 17/05/2016 07:22

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O escritor e jornalista Athylla Borborema, editor de jornalismo do Teixeira News, fundador e titular da Cadeira nº 02 e vice-presidente da ATL – Academia Teixeirense de Letras, foi homenageado e outorgado no Rio de Janeiro com o título de “Doutor Honoris Causa em Literatura” e ao passar pela crítica venceu o “Troféu Gonçalves Dias de Literatura” em tributo ao seu livro “A menina do céu cor-de-rosa”.

A premiação foi entregue durante a festa anual de honrarias da Academia de Letras e Artes de Cabo Frio, na Região dos Lagos, no Estado do Rio de Janeiro, neste último sábado (14/05). Ocasião em que Athylla Borborema foi mais uma vez homenageado pela Academia Cabo-friense de Letras, da qual faz parte como “membro correspondente” com a Medalha Personalidade 2015, que lhe foi entregue pelo presidente Carlos Alberto Sousa e pela escritora Janaína da Cunha (bisneta de Euclides da Cunha).

A Medalha é em reconhecimento aos relevantes serviços prestados pela sua contribuição cultural ao Brasil com suas obras literárias e também ao desenvolvimento social na Bahia, especialmente na condição de presidente pela segunda oportunidade da Fundação Mamãe África de Caravelas, a mais importante entidade baiana que cuida das políticas culturais e educacionais em favor das comunidades quilombolas no Estado.

O autor lançou a 2ª edição do livro “A menina do céu cor-de-rosa” durante a cerimônia da festa acadêmica em Cabo Frio, neste sábado (14/05). O livro já havia levado Athylla Borborema a vencer este ano, três outros importantes prêmios: O Troféu  da  Inconfidência Mineira “Melhor Jornalista Literário do Ano”, pela Prefeitura Municipal de Ouro Preto-MG. A Medalha Patativa do Assaré de Literatura, pela Academia Cearense de Letras, e Academia de Letras de Fortaleza. E a Medalha Rachel de Queiroz de Literatura, pela Prefeitura Municipal de Fortaleza e Academia de Letras e Artes de Fortaleza.

Doutor Honoris Causa:

A sua maior surpresa veio no final da noite com a outorga do título “Doutor Honoris Causa em Literatura” concedido pelo Centro Universitário Sarmathiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos do Rio de Janeiro, instituição educacional oficial de pesquisas históricas, filosóficas e culturais do Brasil. O título foi concedido com chancela da ONU – Organização das Nações Unidas (Registro nº 981118515606-24), do Tribunal de Mediação dos Estados Brasileiros e do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty sob sentença nº 0325.001/2016).

Athylla Borborema recebeu o título de Doutor Honoris Causa em Literatura (O primeiro da sua vida) das mãos do reitor Dom Alexandre da Silva Camêlo Rurikovick Carvalho e do vice-reitor e presidente da Academia Niteroeinse de Belas Artes Letras e Ciências, Edson de Luna Freire. O escritor e jornalista Athylla Borborema é considerado um dos autores mais inovadores e originais de seu tempo, um preeminente defensor da cultura do Nordeste do Brasil e um grande entusiasta da educação através da arte e da literatura.

Honoris Causa são títulos honoríficos outorgados por instituições de ensino superior chanceladas por organismos governamentais da união concedidos a pessoas eminentes, que se tenham destacado em determinada área (artes, ciências, filosofia, letras, literatura, promoção da paz e causas humanitárias), por sua boa reputação, virtude, mérito ou ações de serviço que transcendam famílias, pessoas ou instituições. Historicamente, um doutor honoris causa recebe o mesmo tratamento e privilégios que aqueles que obtiveram um doutorado acadêmico de forma convencional na Universidade.

O título de Doutor Honoris Causa é a distinção máxima prevista no estatuto da ONU. A instituição dos doutoramentos Honoris Causa nasceu com o intuito de distinguir personalidades eminentes que, pelo vulto da obra realizada, enriquecem a vida cultural e social. É uma forma de homenagem por meio da qual se exprime gratidão a alguém e se procede ao reconhecimento público pelo seu valioso contributo no exercício de uma determinada profissão, no serviço prestado à comunidade ou na defesa de uma causa importante. Entretanto, na realidade acadêmica, o escritor e jornalista Athylla Borborema é mestre em jornalismo cientifico pela PUC Minas e está doutorando em jornalismo cientifico pela PUC Rio.

A Menina:

Já o Troféu Antonio Gonçalves Dias de Literatura oferecido a Athylla Borborema foi uma concessão do Ministério da Cultura do Brasil, da Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes do Rio de Janeiro e do Memorial Gonçalves Dias de São Luís do Maranhão. O Gonçalves de Dias de Literatura lhe foi concedido em atribuição ao seu livro “A menina do céu cor-de-rosa”. O livro reúne ficção e realidade na história de uma adolescente estuprada pelo pai, prostituída, aventurada e drogada.

Quem foi Gonçalves Dias?

Antônio Gonçalves Dias foi um poeta, advogado, jornalista, etnógrafo e teatrólogo brasileiro. Foi um grande expoente do romantismo brasileiro e da tradição literária conhecida como “indianismo”, ficou famoso por ter escrito o poema “Canção do Exílio” – um dos poemas mais conhecidos da literatura brasileira —, o curto poema épico I-Juca-Pirama e de muitos outros poemas nacionalistas e patrióticos que viria a dar-lhe o título de poeta nacional do Brasil. Foi um ávido pesquisador das línguas indígenas brasileiras e do folclore.

Gonçalves Dias foi um advogado por formação, no entanto, foi mais conhecido como poeta e etnógrafo, sendo relevante também para o teatro brasileiro, tendo escrito quatro peças. Teve também atuação importante como jornalista. No jornalismo encontra-se colaboração da sua autoria na revista Contemporânea de Portugal e Brasil (1859-1865). Era filho de uma união não oficializada entre um comerciante português com uma mestiça, e estudou inicialmente por um ano com o professor José Joaquim de Abreu, quando começou a trabalhar como caixeiro e a tratar da escrituração da loja de seu pai, que faleceu em 1837.

O poeta Antônio Gonçalves Dias nasceu em 10 de agosto de 1823, no sítio Boa Vista, em terras de Jatobá (a 14 léguas da cidade de Caxias), na região extremo sul do Estado do Maranhão. Gonçalves Dias morreu no dia 3 de novembro de 1864, aos 41 anos de idade, em um naufrágio marítimo abordo do navio “Ville Bologna”, próximo à região do baixo de Atins, na baía de Cumã, no município de Guimarães, no litoral norte do Estado do Maranhão. Gonçalves Dias publicou 22 livros e é o patrono da cadeira nº 15 da Academia Brasileira de Letras.








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